sábado, 5 de outubro de 2013

DIA INTERNACIONAL DO CELÍACO

                                                                                   



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

REPORTAGEM sobre CELÍACA

17/08/2009 - 10h44

Mulher leva 35 anos para ter diagnóstico de doença celíaca

PUBLICIDADE
 
FLÁVIA MANTOVANI
da Folha de S.Paulo
Foram 35 anos convivendo com os mais diversos sintomas, principalmente gastrointestinais. O que a acompanhou por mais tempo foi a anemia: Marilis Maldonado Moraes, 48, teve o problema "a vida inteira". Vivia tomando injeções de ferro e se lembra de ter feito uma transfusão de sangue aos seis anos. Apesar dos tratamentos, a melhora era só temporária.
Aos dez anos, foi diagnosticada com colite crônica. Tomou corticoides, mas os sintomas continuaram. Tinha diarreias repetitivas, falta de apetite e perda de peso. Passou toda a infância e a adolescência assim e não melhorou no início da vida adulta. "Trabalhava na área de marketing de uma multinacional. Sempre que ficava mais nervosa, ia direto para o banheiro, com diarreia", conta.
Marisa Cauduro/Folha Imagem
Marilis Maldonado Moraes, 48, chegou a pesar 32 quilos antes de conseguir o diagnóstico correto, de doença celíaca
Marilis Maldonado Moraes, 48, chegou a pesar 32 quilos antes de conseguir o diagnóstico correto, de doença celíaca
Casou-se, tinha empregada, mas ninguém podia fazer comida em casa -o cheiro a enjoava. Marilis passou a se alimentar das refeições preparadas pela vizinha. "Além de não sentir o cheiro da preparação, era um tempero diferente", lembra.
Foi em 1996, quando ela tinha 35 anos, que a situação saiu do controle. As crises de diarreia ficaram extremamente constantes, ela se debilitou muito e passou a ser internada com frequência. Mas seu problema continuava uma incógnita. "Os médicos me revistaram, pediram um monte de exames e nada. Acharam que era um problema de fundo emocional", conta.
Nessa época, Marilis emagreceu tanto que chegou a pesar 32 quilos -mede 1,61 m. A barriga, no entanto, ficava estufada. No fim do ano, teve que andar, por cerca de um mês, com uma sonda permanentemente acoplada ao seu pescoço para repor os nutrientes que perdia. Uma enfermeira foi contratada por sua empresa para ajudá-la com o procedimento. Também fazia tratamento psiquiátrico contra depressão profunda.
Como Marilis não se alimentava direito, os médicos que a acompanhavam passaram a suspeitar de anorexia nervosa. "Mas eu tinha vontade de comer, só não conseguia fazer isso", lembra ela.
Quando se internou para substituir a sonda, trocou de equipe médica. Foi quando uma gastroenterologista imaginou, pelos sintomas, que ela tivesse doença celíaca. Pediu uma biopsia do intestino delgado, que confirmou a suspeita: seu organismo era intolerante ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, na aveia, na cevada, no centeio e no malte.
A solução parecia radical: cortar qualquer resquício de glúten da dieta. Mas a nova alimentação começou já no hospital -e, com um mês, ela tinha ganhado dois quilos. Em seis meses, estava recuperada.
PUBLICIDADE
Pão de queijo e biscoito
Não foi fácil se adaptar à nova dieta. Afinal, Marilis teria que dar adeus, para sempre, a pães, bolos, biscoitos, salgadinhos e cerveja, entre outros alimentos. "Nunca tinha ouvido falar nessa doença. Parece que o mundo acaba, que você não tem opção de nada. Fiquei deprimida, pensei que não poderia mais sair", conta.
As opções de substituição quase não existiam. "Não tinha nada no mercado: só biscoito de polvilho e pão de queijo", diz. Marilis encontrou receitas estrangeiras de pão sem glúten, mas conta que era "um zero à esquerda na cozinha".
Procurou, então, um curso de panificação. "Era tudo com farinha de trigo. Saíam fornadas com aquele cheiro delicioso, os alunos provavam, e eu ficava só olhando." No fim das aulas, desenvolveu, com a professora, uma nova receita de pão sem glúten -parecido com o tradicional, mas menor e mais seco.
Marilis começou a vender o pão informalmente até que, após ser despedida da empresa em que trabalhava, montou um negócio. Hoje, tem dez funcionários e vende diversos produtos: bolos, biscoitos, massa de pizza, salgadinhos, macarrão, alfajor. Para substituir o glúten, usa creme de arroz, fécula de batata e fécula de mandioca.
Quando vai a uma festa, janta antes. Se vai a um coquetel, leva seus salgadinhos e pede para o "maître" esquentá-los. Ruim mesmo é comer lanches na rua. "Aí só tem pão de queijo", diz.
Mesmo não contendo glúten, o alimento, se for feito perto de outros produtos com farinha de trigo, pode se contaminar. E qualquer quantidade de glúten é prejudicial. Marilis já passou mal após comer pão de queijo de padaria e até ao tomar um comprimido de antigripal.
"Mas já me adaptei, e não é tão ruim. Posso comer arroz, feijoada, carne, salada... As pessoas acham que eu não posso comer nada, mas há opções."
Índice
Uma a cada 214 pessoas tem doença celíaca em São Paulo, de acordo com um levantamento feito com 3.000 doadores de sangue; o índice é considerado elevado e é semelhante ao encontrado na Europa, diz a especialista em gastroenterologia pediátrica Vera Lúcia Sdepanian, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

REQUEIJÃO CASEIRO s/ glúten

INGREDIENTES
1/2 litro de leite quente
1 caixa de creme de leite(não serve  de lata)
4 colheres (sopa) de amido de milho
100 g de manteiga integral de boa qualidade ( não serve margarina)
400 g de ricota
sal á gosto

MODO
Dissolver o amido no leite antes de colocar na panela
Juntar a manteiga e o creme de leite e levar ao fogo brando mexendo sem parar até virar um creme
Bater essa mistura no liquidificador junto com a ricota e o sal
Leve para gelar onde vai ficar com mais consistência

DICA: existem várias receitas de requeijão,algumas  levam até vinagre,mas esta aqui ,dá um requeijão      melhor que muitos que encontramos nos mercados    Sucesso!


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

VATAPÁ do PARÁ /s glúten

INGREDIENTES
300 g de camarão dessalgado
200 g de camarão fresco
2 colheres (sopa) de azeite-de -dendê
2 vidros de leite de coco
100 ml de leite integral
1 limão
Coentro e cheiro verde á gosto
5 batatas médias  cozidas e amassadas (a receita convencional pede 5 pães {francês} amanhecidos)
Bata as batatas com com o leite de coco no liquidificador,ou( coloque os pães de molho no leite de coco por 20 minutos)
Retire as cabeças dos camarões secos e triture no liquidificador com 1 xícara(chá) de água
Passe por uma peneira e misture á batata ou (aos pães)
Á parte, esquente uma xícara(chá) de água com o suco de limão e escalde os camarões frescos
Escorra,e passe em água fria e misture á massa reservada
Leve tudo ao fogo brando e acrescente o azeite -de-dendê,o coentro e o cheiro verde,mexa até ficar
consistente e sirva com arroz branco

ESCONDIDINHO de CARNE de SOL s/ glúten




            INGREDIENTES
400 g de carne de sol desalgada
cozida e desfiada
11/2 de batatas cozidas,amassadas
3 colheres(sopa) de manteiga s/sal
1 xícara de creme de leite
                                                      1 cebola
                                                       Mussarela e orégano
MODO
Refogue a cebola num fio de azeite,e reserve                                                      
Amasse as batatas ou esprema e acrescente o creme de leite
Numa travessa transparente arrume uma camada de batata ,coloque a carne e cubra com o restante
Coloque a mussarela,regue com azeite de oliva ,pulverize com orégano e leve ao microondas para derreter a mussarela

YACULT -caseiro



INGREDIENTES
2 yacult de 80 g
1 litro de leite desnatado                                                                
3  colheres (sopa) de açúcar mascavo
2      "           "      de  essência de baunilha
3      "           "      de água
1 garrafa de vidro de 11/2 limpa e esterelizada com água fervente
1 funil também esterelizado
1 termômetro de mercúrio para controlar a temperatura
Mãos limpas
MODO
Esquente o leite,não deixe ferver , deixe esfriar até atingir 37 graus,pegue o leite
e coloque na garrafa,com o funil , juntamente com os dois potinhos de yacult
Tampe a garrafa com tampa limpa e esterelizada e guarde dentro de uma caixa de papelão,num cantinho,longe de claridade e corrente de vento por pelo menos 8 horas
 sem mexer,emrolada em cobertor, ou aqueça o forno,desligue e coloque a garrafa embrulhada em toalha felpuda
Passado esse período,coloque em uma panela o açúcar e a água e ferva até que engrosse um pouco,como
se fosse um xarope,coloque na garrafa e adicione a essência de baunilha  Leve á geladeira por 4 horas(é o temponecessário para ficar pronto)
O açúcar mascavo pode ser substituído por calda de açúcar queimado rala
 ATENÇÃO!  A limpeza e esterelização dos utensílios é importantíssimo para um bom resultado na fabricação caseira do Yacult 


DICA: O que são lactobacilos vivos? São probióticos,organismos vivos que,transformam o leite  normal
em leite fermentado,e leite em coalhada
Servem para regular o intestino,e melhora a flora intestinal
Não use leite integral na receita
Beba no máximo 160 ml ao dia ( o consumo exagerado provoca diarréia)